Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Interpretem como quiserem

O Homem do Leme Sozinho na noite Um barco ruma, para onde vai? Uma luz no escuro Brilha a direito, ofusca as demais... E mais que uma onda, mais que uma maré, Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé, Mas vogando á vontade, rompendo a saudade Vai quem já nada teme, vai o homem do leme... E uma vontade de rir Nasce no fundo do ser... E uma vontade de ir Correr o mundo e partir A vida é sempre a perder... No fundo do mar Jazem os outros, os que lá ficaram. Em dias cinzentos Descanso eterno lá encontraram... E mais que uma onda, mais que uma maré Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé Mas vogando á vontade, rompendo a saudade Vai quem já nada teme, vai o homem do leme E uma vontade de rir Nasce no fundo do ser E uma vontade de ir Correr o mundo e partir A vida é sempre a perder. E uma vontade de ir Correr o mundo e partir A vida é sempre a perder. Xutos e Pontapés - O Homem do Leme
Admito, tenho andado para a frente e para trás, asas presas ao corpo, na minha Torre a pensar no que faça ou deva fazer... Qual a melhor forma de encerrar um capítulo... Devo fazer, como fiz anteriormente, um resumo do que se passou? Devo tentar explicações e teorias mais ou menos complexas que evidenciem causas, efeitos, razões e motivos de tal; ou por outro lado, devo antes fingir que todos os passos que dei não deixaram a marca que deixaram e prestar mais atenção aos passos que me esperam e que darei... Deverei referir e explanar detalhadamente a quem pensa ser necessária uma explicação - em nome do que se passou - o que se passou; ou por outro lado, deverei apenas manter o nome no meu Índex como tantos outros nomes que se quedaram pelo Índex sem explicações nem razões apontadas...? Não desejo discutir a validade do direito de explicação de quem me exige uma explicação e já me julgou sem uma por eu não ter estado nem disposto nem preparado para dá-la quando ma exigiu.... Não desejo ...

There's no winner at all

You don’t have to talk About the things we’ve gone through I know there’s no ease On our history We played all our cards The best that we knew how One more thing to say For this game to end… There’s no winner at all, No player could have won… No way of victory Both for you or me. I held you in my arms Long as you belonged there. Started to make plans, Growing up as man, Picturing a home, Forgetting about myself, Hence, I was fool For I am but a ghoul. So I woke up for nights, The future thus revised And recalling of me I had to be clear… There’s no winner at all Since I too had to fall So did I feel the rain And drowned in my pain… The difference as it is That keeps parting me from you I rose from my grave Tried to keep me safe… And I must admit A part of me still misses you But now all we gave Is gone and lost in fade… And time will prove me right When our lives head to light It will be left to show How much we’ve truly grown. For you’ll too play again, Be happy in the end, With someo...

A uns multimédicos:

Para quem percebe mesmo ou quer re-aprender alemão, temos a tira de cima, para a restante equipa temos as restantes tiras.

Torre

Sentei-me junto à janela virada a poente encostando o meu antebraço ao frio vidro e a minha cabeça ao meu braço... Lá fora, um tempestade apocalíptica varre os céus com fulgorosos relâmpagos e com chuvas tão fortes que quase parece que o Pai dos Judeus ensaia novo dilúvio... Dentro da minha Torre, a minha mente deambula entre o pouco que tenho de meu e o muito que me têm pedido. Sou imune à intempérie exterior. Viro-me para dentro... de onde estou, admiro novamente a minha construção... Quase orgulhoso, não fosse o orgulho um sentimento humano, da fortaleza que criei para mim para tempos como este. Os lençóis da minha cama encontram-se desalinhados pelas noites de insónia... a minha secretária vazia do tempo que tem passado sem ser usada... Afastei a mesa do seu costumeiro local e abro a pesada portinhola que me permite a passagem para o nível inferior. Depois da descida em pulo, aproximo-me a medo do meu Índex... Olho os meus antebraços e toco nos áureos grilhões quebrados... por mome...
Sabem os Deuses o quão pouco tenho escrito e quanto me arrelia este ócio literário a que me dedico paradoxalmente... O facto é que estou de férias sem férias. Digo isto não por que tenha um emprego ou um trabalho - a menos que se considere "tomar conta do puto" sem remuneração um emprego - mas porque não tenho um. Contraditório? Ok, eu explico. Até agora, em qualquer formulário ou questionário que me pedissem para preencher, na secção de "profissão", colocava alegremente e sem hesitar "estudante". Agora que me vejo sem o estatuto de estudante por já ter estudado não o suficiente mas o bastante para mim, por agora, dou comigo preso na insustentável leveza da nulidade. Não tenho escrito de todo, mas se há altura na minha vida em que a auto-disciplina vai ser necessária, penso que essa altura é agora. Não quero ser como tantas outras alminhas por aí que mal se apanham com o "dr." à frente se tomam pelos maiorais e se esquecem que a nossa língua, o u...