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Mensagens

Sometimes, I get tired of this me first attitude. You are the one thing that keeps me smiling, That's why I'm always wishing hard for you. 'Cause your life shines so bright I don't feel no solitude.. You are my first star at night, I'd be lost in space without you. And I will never lose my faith in you. How will I ever get to heaven, if I do? Feels just so fine When we touch the sky, me and you, This is my idea of heaven, Why can't it always be so good? But it's alright, I know you're out there Doing what you've gotta do... You are my soul satellite I'd be lost in space without you. And I will never lose my faith in you. How will I ever get to heaven, if I do? _____________________Lighthouse family - Lost in space__ Eu sei que estás ocupada, mas das muitas coisas de que gosto e me ocupam a vida a mim, tu estás acima de todas. Não temas... eu sou paciente... sei esperar, apesar de só fazer tudo à última da hora.
Eu corro. Sei que corro e não corro sozinho. Ela vem comigo e quem ela é, talvez por não importar, não sei. Não começa tudo imediatamente com a corrida, perdão, a fuga... Isto é um início in media res; guisa clássica. Corremos por becos e vielas porque ela... ele... id(?)... vem atrás de nós... de mim? Se ela vem comigo, de nós. Entenda-se, ela não me é nada. Ab initio, é apenas importante para mim na medida em que deva (de alguma forma) lhe perservar a saúde contra algo que, inconscientemente, tenho a certeza ser uma ameaça... Acordar numa caserna, leia-se casa de cidade num século passado mas anterior ao décimo oitavo, com uma candeia que se apaga e uma voz que me agita os ombros em desespero, não é de todo agradável quando já nos esquecemos como me esqueci que todos os tempos são perenes e simultâneos. Ela diz-me: "( algo imperceptível ) vem aí..... Acorda... ( algo imperceptível ) ouviu-te e vem aí!" Eu sento-me na cama sem tempo para ficar estremunhado, como agora é meu...
Há uns anos construí esta torre. Na altura em que depositei a última pedra, disse-me quem de direito: - Se te fechares na torre não aprendes mais do que o que já sabes... Ao que eu respondi: - O que eu sei basta-me para viver o resto da minha vida sem quezílias e com as minhas necessidades plenamente preenchidas. Não é esse o objectivo último de todo o conhecimento? Uma nova voz surgiu tímida e receosa, porém tão familiar que quase a confundi com a minha própria: - Não achas que sabes ainda pouco? Claro que sabes o suficiente para os outros, mas... e para ti? Enquanto olhava à minha volta procurando a nova voz respondi: - Tenho para mim tudo o que preciso, agora. Não fingirei saber mais do que sei para mim próprio pois sei ser impossível enganar-me arrogando saberes que não possuo. - Sabemos bem que não és tão tolo que te afirmes algo que não és - surgiu uma outra voz, luminosa, portentosa, esmagadora e ainda assim protectora - do pouco que sabes do mundo e de nós, aprendeste que tudo...

S. Valentim

E não, não me refiro ao Loureiro... ~ Eu ia dissertar acerca das várias razões pelas quais detesto este dia enquanto instituído pela sociedade como dia dos namorados... A pedido da minha, não o farei. Em vez disso ficará apenas este pequeno apontamento o qual, apesar do pedido dela, se me apresenta como imperativo categoricamente à minha pessoa. Dito isto, só me ocorre uma mensagem especial: AMO-TE MUITO... TODOS OS DIAS!

Hotel California

Soubera eu o que sei hoje e faria tudo da mesma maneira... Esta é uma atitude sábia e consciente face à vida, no seu final... Infelizmente, é-me practicamente impossível ter esta atitude neste meu estado actual. Parvoíce a minha, meu jovem, não me apresentei. Não adianta de nada saber o meu nome, toda a gente que pudesse conhecê-lo já o esqueceu... e em boa verdade até eu próprio, se não o tivesse assinado tantas vezes naquele livro negro, já o teria esquecido... Pediu-me que lhe contasse o que faço aqui? Ora bem, para tal, convinha-lhe saber que já tive algum dinheiro até deixar de o ter, não por o gastar ou desperdiçar, mas apenas por, tal como com o meu nome, deixar de achar utilidade para ele. Sou Nova Iorquino. Toda a minha vida foi vivida entre Newark e o Maine, onde vim a ser advogado. Nunca me casei, nunca tive filhos e não fosse a minha vida à noite correndo de bar em bar, pouca sorte teria com as mulheres.... Acha-me bem-parecido? Gentileza a sua, por certo. Mas não era o meu...

It's christmas all over again..

Sabem os Deuses porque cargas de água não escrevo nada há mais de mês... Sabem os Deuses que queria ter escrito algo antes mesmo do fim de ano e que abominaria passar o ano sem me dirigir às numerosas hostes de leitores sedentos do meu blog com mais um pedaço precioso da minha doutrina. Eu digo sabem os Deuses porque eu não sei... Há dias encontrei um velho conhecido no autocarro. Um jovem com quem me vou encontrando de tempos em tempos e que me conheceu antes de as minhas asas se abrirem pela primeira vez. Alguém que me tem referenciado na sua lista pessoal como "gajo completamente marado"; sendo que essa referência me fazia juz e não vendo motivo para a alterar, comporto-me em conformidade com as expectativas predefenidas por tal. Assim sendo, ele entrou no autocarro. Fechado no seu pequeno mundo privado, obrigou-me a apresentar-lhe a minha mão antes que ele desse pela minha presença (às vezes, esforço-me tanto por parecer invisível que consigo mesmo). Conversa de autocarro...