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Mensagens

You're still awake and I can feel the tears dryin' on your skin And I wish that they were mine I touch your hand, I kiss your lips to make you feel I'm there Just to hold you through this night The weight of the world, this burden on your shoulders Demons of the past, will they ever disappear? Memories of withered dreams, illusions torn and gone Remaining scars no one can see This end of innocence and though it made you strong Your inner wounds, a part of me I only wish to be the one you can rely on Do you feel I care, care for all I have with you When curtains fall and the lights begin to fade There's only us and all masks are obsolete You're still awake and I can sense a smile upon your face So glad to have you by my side Draw back my hand and let the sleep's relief enter its place Close your eyes, sleep well tonight My love, feel safe tonight. Xandria - Lullaby

Ying e Yang

Nunca me apercebi do quão bem representa o equilíbrio o símbolo do Ying e Yang... A luz e a escuridão... o branco e o negro.... A forma como o todo, representado pelo círculo, se encontra dividido, não de uma forma liminar e rectilínia, mas numa compenetrante e ondulante linha que divide tão bem ao meio a área do círculo como se de uma recta diametral se tratasse.... paradoxal.... O movimento estático impresso naquele símbolo em que, sabendo nós que ambas as partes se encontram imóveis, aparentam ambas estar apostadas numa permanente busca, uma perseguição, uma da outra.... A completude expressa na dicotomia do facto de o mais negro dos negros ter sempre um ponto branco e por consequência o mais belo e alvo dos brancos ter de ter sempre o seu ponto negro... Recorda-me que aqui há anos a Pepsi se terá apercebido vagamente da beleza díspar desta dicotomia cromática, porém, tentando talvez refugiar-se de elações óbvias de parte da sua clientela, manteve a sugestão alterando a combinação c...

Dark love (revised)

There was a hot wind On a Summer day... A dark love wing Flying on its way... The nights, so hot, So large and dry. You never cared a lot Whenever should i die... You told me goodbye Without a kiss... Dare not now to defy What i do no longer miss! You don't want me(,) dear... You don't need me there... You don't have to fear 'Cause there ain't no regrets. So forget my love, So forget my past, Other else my grave Will give me no rest.... Forget all my love, Forget all our past, Forget all we made, Forget it all!... While you still can. While you still can... While you still can........ There is a dark wing On a sorrow noon... I can't tell who sinned Nor who was the fool... Dark Love (Revised) - Dahnak

Absence

Sim, tenho estado fora, lamento... Hummm? Está, está uma bela salganhada, não está? Não tenho tido tempo para arrumar a Torre. Não tenho a disciplina, a ordem... Ah, balelas, não tenho é vontade de a arrumar. Todos os dias em que volto à Torre e a encontro em desalinho, protelo e procrasto a arrumação e a limpeza devida.... Que olhar é esse? Caríssimo visitante, atente, esta é a minha Torre... Basto eu a demonstrar qualquer desagrado sobre ela, sim? Agradecido. Não é assisado de todo obrigar uma gárgula a falhar na sua condição de anfitrião... Estou demasiado cansado para ainda manter uma máscara para ilustres visitantes.... Minha Torre!... Desalinhada, desarrumada, caótica e acima de tudo minha. Sim, eu sei que o reparo não foi maldoso. Que foi um desabafo e não um desaforo... Mais do que isso, que foi uma demonstração de preocupação e não de crítica maledicente e destrutiva.... O grave mal de que padeço actualmente impede-me de acitar qualquer chamada de atenção. O grave mal é o cans...

Standing When All Tumble

Os humanos têm a particularidade elementar de nunca dizerem exactamente aquilo que querem dizer... Nunca dizem o que pensam, quando pensam e suponho que não se dêem sequer ao trabalho de pensar no porquê de fazerem isto... Talvez, se se dessem ao trabalho de pensarem nas razões de fazerem o que fazem.... Humanos.... Nova visita ao mercado. A besta deixou de ser a besta.... Os novos habitantes da cidade admiram-se por os membros da corte reconhecerem a criatura estranha que se apresenta diante deles... A mim, a criatura estranha, já nada me surpreende. Não me surpreendem os olhares de ódio do barão que tomou o altar e o poder sobre a cidade, na minha ausência, por eu não estar lá... Não me surpreendem os olhos suplicantes que volte e que os salve do despotismo e nepotismo idiota em que a classe dirigente caiu. Eu olho-os... "Não era esse o vosso salvador? Considerem-se devidamente salvos.". Não cedi aos pedidos daquelas almas que se mantiveram ao meu lado e que lamentaram a mi...

Love

Susie: Ei, Calvin! Estamos perto de um matadouro ou esqueceste-te do desodorizante? Calvin: Vai morrer longe, Susie! És tão feia que ouvi dizer que a tua mãe te enfia um saco na cabeça antes de te dar o beijo de boa noite! Somos uns desavergonhados a namoriscar! Calvin: Como é apaixonarmo-nos? Hobbes: Digamos que o objecto da tua afeição passa por ti... Calvin: Sim? Hobbes: Primeiro o teu coração cai no teu estômago e salpica-te as entranhas. Toda essa humidade faz-te suar profusamente. A condensação faz curto-circuito com o teu cérebro deixando-te todo assarapantado. Quando o cérebro cede completamente ficas de queixo caído a balbuciar como um tolinho até ela se ir embora. Calvin: O amor é isso ?! Hobbes: Cientificamente falando.... Calvin: Isso aconteceu-me uma vez, mas pensei que fosse urticária!! Calvin and Hobbes by Bill Watterson
Subi de novo ao topo da minha torre... Céu limpo. A lua cheia brilhando alva fazia-se reflectir no lago, impondo-se na paisagem. Iluminando cada erva, junto ao mercado da cidade, ao longe... Para onde quer que olhasse, na abóbada celeste, estrelas cadentes e flamejantes percorriam a estrada de santiago de ponta a ponta sem o mais pequeno impedimento à vista... Abri as asas à noite esperando o vento ou o frio nocturno que me permitisse augurar para onde, a distância a que.... Nem a mais pequena brisa. Ainda que alado, se me projectasse das borda desta minha torre profana não conseguiria voar. Estou preso na torre que criei. Caminho para um lado e para o outro, fazendo silvar a cauda contra a laje. Estalando a pele das asas com um bater repentino. Sentindo a minha torre fria, estéril, solitária e triste sob as minhas garras... Desço aos meus aposentos. Abro o Index... Ensaio uma e outra leitura até que a noite me parece eterna e cada bater de asas de uma ou outra borboleta surge vagaroso...