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Mensagens

Nos últimos dias de "trabalho" no ECI em que os chefes decidiram aproveitar os meus préstimos mandando-me carinhosamente para a nulidade laboral que era a tenda de brinquedos e decorações natalícias, dei-me a vários tipos de pensamentos, aos quais era propício aquele ócio forçado e remunerado... Numa das noites em que lá estive, houve alguém que se queixou de mãos frias... ora, como eu tenho uma certa aversão a gente de mãos frias, ofereci-me prontamente para as aquecer, uma vez que, se não por al, pelo simples facto de não ter mais que fazer e querer fazer algo de útil por alguém. Obviamente que a queixosa se recusou a tocar-me nas mãos pelo que eu afirmei que não tinha de o fazer. Vá-se lá saber porquê essa vossa sociedade percepciona o toque e o contacto físico como algo a evitar... A rapariga ergueu a mão mantendo-a a pouco menos de um palmo da minha. Eu concentrei um pouco mais de calor nas mãos, habilidade adquirida após muito ócio forçado no piso -2, e ela surpreendeu...

Ecce gargula

Senta-te aqui comigo... Pela primeira vez em anos sento-me no topo da minha Torre, no meu posto de vigia abandonado... Aqui no topo... Achas-me charmoso? Pareço-te bem? Obrigado. O meu sorriso sincero será a única resposta que obterás ao elogio. A remodelação do outfit , pela primeira vez na vida, ocorre simultaneamente interior e exteriormente. Vê-me como a velha gárgula que sou. Cabelo curto, penteado, todo de preto vestido... todo não, a minha gravata bordeaux , simultaneamente, empresta-me um pouco do glamour da sua seda , faz-me parecer mais velho como sou e, por se enrolar no meu pescoço, recorda-me do sangue que me pulsa nas veias a cada pulsar do coração que se regenera e se modifica com a Magia que me permite sobreviver a tudo. Asas escondidas sob o sobretudo negro, ou talvez o meu sobretudo negro evidencie as negras asas que representa. Calças, negras. Sapatos negros. Camisa negra... Até o guarda-chuva que uma gárgula não costuma usar, negro. E caminhar, mortal entre mortais...

Tudo o que preciso

Morro por recuperar o fôlego.. Oh, porque é que eu não aprendo? Perdi toda a confiança apesar De a ter tentado recuperar. Ainda consegues ver o meu coração? Toda a minha agonia se desvanece Quando me seguras em teu abraço. Não me apartes, pois tudo o que preciso... Faz do meu coração um lugar melhor... Dá-me algo em que acreditar... Não me apartes. Abriste a porta, agora não a deixes fechar-se. Aqui estou no limite de novo, Desejaria desistir. Sei que estou apenas a um passo de recuperar. Ainda consegues ver o meu coração? Toda a minha agonia se desvanece Quando me seguras em teu abraço. Não me apartes, pois tudo o que preciso... Faz do meu coração um lugar melhor... Dá-me algo em que acreditar... Não me apartes. Tentei muitas vezes mas nada era real. Fá-las desaparecer, Não me apartes. Quero acreditar que isto é real... Salva-me do meu medo, Não me apartes... Não me apartes, ao que resta de mim... Faz do meu coração um lugar melhor... Não me apartes, pois tudo o que preciso... Faz do ...

PVT muito pública

Monsoon, não. Monsanto…. Como é que me vim aqui meter? Não se arranja nada de jeito pra comer, O que há é pão seco e bolos… Acordar às 4 da madrugada Com uma gaja a perguntar, vinda do nada, Se não me importo de a minha cama partilhar…. Driving to the Monsanto, Beyond Lisbóne, ‘Till the bungalow, After Decathlón, Past the circular Which is the Secónde, I’d rather go to Porto Than to Queluz… And then we pass the Estádio da Luz… To the Monsanto…. Almost Dafundo…. Raios partam a organização: “Não há arroz”, “enfia o bife no pão” É ouvir os estômagos a gemer… Empadão de atum intragável, “tira-me isso daí” diz a responsável Como se não bastasse ser servida a copo… Driving to the Monsanto, Beyond Lisbóne, ‘Till the bungalow, After Decathlón, Past the circular Which is the Secónde, I’d rather go to Porto Than to Queluz… And then we pass the Estádio da Luz… And New Alvalade, or the 21… To the Monsanto…. Se não viesse o namorado ficava a perder Oportunidade memorável de nojo meter Só por Monsan...

O Louco

Perguntais-me como me tornei um louco. Aconteceu assim: Um dia, muito antes de muitos deuses terem nascido, acordei de um sono profundo e descobri que todas as minhas máscaras haviam sido roubadas - as sete máscaras que criei e usei em sete vidas - (e) corri pelas ruas cheias de gente gritando "Ladrões, ladrões, os malditos ladrões!". Homens e mulheres riram-se de mim e algumas pessoas fugiram para dentro de suas casas com medo de mim. Quando cheguei ao mercado, um jovem que se encontrava de pé em cima do telhado de uma casa gritou "Ele é um louco!". Olhei para o confrontar; o sol beijou-me a face nua pela primeira vez. Pela primeira vez o sol beijou a minha face nua e a minha alma foi inflamada com amor pelo sol e não quis mais as minhas máscaras. Como que em transe, gritei "Abençoados, abençoados são os ladrões que me roubaram as máscaras.". E assim me tornei um louco. E encontrei tanto a liberdade da solidão como a segurança de ser entendido, pois aquel...

O Canto do Vento

Ascolto ancora il vento che in disparte mi accarezza dimenticato pianto prigioniero della sera Pianto, dimenticato pianto prigioniero della sera un respiro sempre acceso seguo e cerco lentamente nel sospiro del destino VIVO PER TE, SOGNO DI TE CANTO DI TE NEL CIELO INCASTRATA TIMIDA STELLA MORENTE Di canzoni dimenticate dai tuoi occhi gia’ vissute ora vivo e mi consolo... vivo... Il mio tempo, nelle mani nel tuo viso il mio tormento il silenzio, il mio domani ancorato ad un momento VIVO PER TE, SOGNO DI TE CANTO DI TE NEL CIELO INCASTRATA TIMIDA STELLA MORENTE Vissuti dolcemente sogni di un’ eterna notte ora bruciano traditi dalle nostre memorie Lacrime, lacrime di rabbia nel mio cuore sempre accese parlano, parlano le onde di un porto ormai svanito VIVO PER TE, SOGNO DI TE CANTO DI TE NEL CIELO INCASTRATA TIMIDA STELLA MORENTE Il canto del Vento - Rhapsody of Fire

ASP

sou um copião... mas só copio coisas de qualidade... especialmente quando deparo com coisas que desconhecia e elas me marcam mais do que contaria. Dei com este video no blog da CATacumba, alguém que desconheço... uma música desconhecida de uma banda que não conhecia no blog de alguém que me era ignota... faz sentido.