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Mensagens

É o medo...

Espera pelo dia Vou deixá-lo sair. Dar-lhe uma razão, Dar-lhe o seu poder. Temo quem me estou a tornar, Sinto estar a perder a batalha em mim. Já não o posso conter, a minha força a desvanecer, Tenho de abdicar. É o medo Medo da escuridão Que cresce dentro de mim, Um dia ganhará vida. Tenho de salvar Salvar a minha amada, Não há fuga, Porque o meu destino É terror e perdição. Baixa os olhos, agora, Deixa-me passar. Não alimentes o meu medo, Se não queres que ele saia. Temo que me estou a tornar, Temo estar a perder a beleza interior. Já não o posso conter, Minha força a desvanecer, Tenho de abdicar. Há muito tempo veio a mim E desde então estive Infectado pela sua raiva Mas isso termina hoje... It's the fear - Within Temptation
Só tenho mais é que pedir desculpa e estar calado! Caríssimos Leitores, devido a problemas de índole familiar, foi-me vedado o acesso ao computador domiciliar para uso da internet, salvo casos de manifesta e extrema necessidade da mesma em trabalhos e pesquisas que possam surgir... Esta "pequena" intercalação vem pois impedir-me de manter a minha actividade de blogger com a frequência desejada... Para terdes uma ideia, este mísero pedido de desculpas está a ser redigido e emitido como fruto de uma afortunada brisa, resultante do esquecimento dos meus familiares na organização da artimanha que me impede de aceder ao dito computador mais a cómoda e muito útil ausência dos mesmos. Sem mais, tentarei continuar os meus posts de cuja falta já resultaram queixas dos meus estimados, redigindo-os e publicando-os na faculdade. De novo pedindo as mais sinceras desculpas... Dahnak, the Gargoyle.

British comedy

A prova mais contundente de que o humor Português é bastante mais brejeiro (e por isso melhor) do que o britânico é a seguinte piada em inglês: "What does one snowman say to another? '- Smells like carrot...' " que traduzida para português, sem qualquer tipo de trabalho extraordinário de adaptação, fica: "O que diz um boneco de neve ao outro? '- Cheira-me a cenoura...' ". 'Nuff said

O guerreiro Nobunaga

Há alguns séculos atrás, vivia no Japão um fabuloso guerreiro e comandante militar chamado Nobunaga, um samurai. Nobunaga tinha ganho uma enorme fama junto do Imperador que se demonstrava muitíssimo impressionado com os seus grandes feitos de guerra e vitórias bélicas, para grande contentamento do próprio e invejas egoístas de grande parte dos senhores da corte, isto porque era muitíssimo difícil cair nas boas graças do Senhor Imperial. Não podendo com intrigas manchar a reputação de tão valoroso guerreiro, decidiram juntar alguns dos seus exércitos e marchar sobre a província de Nobunaga incitando-o a uma batalha que ele perderia estando em clara inferioridade numérica. Para proteger as suas gentes, Nobunaga vestiu a sua armadura, montou o seu cavalo, reuniu o seu exército e foi ao encontro do inimigo sem hesitar... O problema é que o tamanho das hostes adversárias já tinha chegado aos ouvidos dos guerreiros ao serviço de Nobunaga e corria pelas fileiras que o seu líder estava a levá-...
Eu tento, eu aviso, eu informo, eu insisto, eu chateio e relembro as vezes que é preciso.... Eu ajudo, eu explico, eu empurro, eu encorajo, eu animo, eu simpifico às vezes mais do que é preciso.... Eu não cobro absolutamente nada além de trabalho e reciprocidade no esforço...... Porque cargas de água não me chateiam, não me recordam, não me pedem, não me dizem, não me interpelam ou me falam de explicações de Latim? Eu avisei que não seria fácil.... eu informei da complexidade... eu insisti quando o pessoal se esqueceu, eu chateei quando o people não quis saber de Latim e relembrei quando ninguém queria ouvir falar mais nisso.... Eu ajudei o melhor que pude quem pude, expliquei a matéria a quem me pediu ajuda, encorajei os desesperados que ao verem o monstro que tinham pela frente quiseram desistir, animei-os quando os testes não saíram como queriam e tentei simplificar o mais possível alg que sem trabalho e esforço não se faz.... Peço desculpa a quem falhei, perdão a quem não percebeu ...
Passou o Natal... Entre queixas e juras de vingança a esse grande pedófilo que é na verdade o Pai Natal, lá nos fomos lentamente deixando embriagar na modorra que é a espera pelo Ano Novo. Este Ano acabou com a minha tragédia a nível académico... Não foi propositado e quem me conhece sabe que dei mais do que o que estou habituado ou consigo mesmo dar normalmente... Fi-lo para não decepcionar ninguém, para não me decepcionar a mim, para continuar a ser o que era, para me manter o que era na mente das outras pessoas. Sento-me aqui, nesta sala obscura, Index aberto, lamparina acesa a consumir-me o oxigénio.... Lá fora não há fogueiras... Entre as palavras ditas, escritas, gastas pelos outros e as minhas vai o espaço estipulado entre aqueles que as percebem e as denunciam, as reformulam, as interpretam, e o que ocupo, tentando percebê-las e denunciá-las, reformulá-las, interpretá-las, percebê-las, tomá-las.... Percebê-las.... Tanto esforço, a concentração de quem quer ser mais do que um pa...